terça-feira, 18 de outubro de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Aleitamento Materno
O leite humano possui características bioquímicas e imunológicas próprias, que lhe conferem uma composição ideal e incomparável a qualquer outro tipo de leite. Sabemos que são inúmeras e inquestionáveis as vantagens da amamentação para a criança, para a mulher e para a sociedade. A amamentação, quando praticada de forma exclusiva até os seis meses e complementada com alimentados apropriados até os dois anos de idade ou mais, tem grande potencial transformador no crescimento, desenvolvimento e prevenção de doenças, não só na infância como também na idade adulta.
Uma nova descoberta que relaciona o aleitamento com o desenvolvimento cognitivo amplia a lista de benefícios do leite materno e pode se relevante nas campanhas pró-amamentação.
Um estudo conduzido por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Oxford e do Instituto de Pesquisa Econômica e Social da Universidade de Essex, ambas da Inglaterra, mostrou que amamentar um recém-nascido por, no mínimo, quatro semanas, pode deixar a criança mais inteligente. As diferenças são percebidas até os 14 anos, quando os resultados na leitura, na escrita e até mesmo no raciocínio matemático são melhores do que aqueles apresentados por crianças que não foram amamentadas.
Apesar das inquestionáveis vantagens e benefícios do aleitamento materno, uma em cada quatro mulheres ainda enfrenta dificuldades na hora de amamentar. Um estudo do Centro de Referência Estadual em Bancos de Leite Humano do Piauí avaliou 1.800 mulheres que deram a luz entre fevereiro e março de 2010. Delas, 435 (24%) apresentaram algum problema no aleitamento, sendo os mais comuns: mamas ingurgitadas, baixa produção de leite, fissura mamilar e dificuldade no posicionamento do bebê. O que justifica o índice, segundo a nutricionista Vanessa Paz Lima, coordenadora do levantamento, é a falta de informação sobre os modos corretos de amamentar e de prevenir essas intercorrências.
O que você, profissional de enfermagem, tem feito para incentivar o aleitamento materno?
Consulte o guia para promover o aleitamento materno do Ministério da Saúde para saber mais informações.
Referencias: Programa Proficiência, Veja Online, Folha Online e Ministério da Saúde.
Uma nova descoberta que relaciona o aleitamento com o desenvolvimento cognitivo amplia a lista de benefícios do leite materno e pode se relevante nas campanhas pró-amamentação.
Um estudo conduzido por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Oxford e do Instituto de Pesquisa Econômica e Social da Universidade de Essex, ambas da Inglaterra, mostrou que amamentar um recém-nascido por, no mínimo, quatro semanas, pode deixar a criança mais inteligente. As diferenças são percebidas até os 14 anos, quando os resultados na leitura, na escrita e até mesmo no raciocínio matemático são melhores do que aqueles apresentados por crianças que não foram amamentadas.
Apesar das inquestionáveis vantagens e benefícios do aleitamento materno, uma em cada quatro mulheres ainda enfrenta dificuldades na hora de amamentar. Um estudo do Centro de Referência Estadual em Bancos de Leite Humano do Piauí avaliou 1.800 mulheres que deram a luz entre fevereiro e março de 2010. Delas, 435 (24%) apresentaram algum problema no aleitamento, sendo os mais comuns: mamas ingurgitadas, baixa produção de leite, fissura mamilar e dificuldade no posicionamento do bebê. O que justifica o índice, segundo a nutricionista Vanessa Paz Lima, coordenadora do levantamento, é a falta de informação sobre os modos corretos de amamentar e de prevenir essas intercorrências.
O que você, profissional de enfermagem, tem feito para incentivar o aleitamento materno?
Consulte o guia para promover o aleitamento materno do Ministério da Saúde para saber mais informações.
Referencias: Programa Proficiência, Veja Online, Folha Online e Ministério da Saúde.
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